Terceira Margem
As praias brancas estão
chamando
Eu e você, nos encontraremos
novamente...
Se já não consegue ver o longe
de meus olhos
É porque já estou na terceira
margem.
Onde corações que esperam
Viajam sem olhar para trás,
Onde irei vagar até que chegue
a hora de ser
Reencontrado...
Não há muito nesse mundo para
se viver.
Não existirão expectativas na
dimensão dos deuses.
Anjos que não sentem,
eternidade somente numa guerra insana!
Um infinito tão desolado, como
um Hylander.
As palavras já fugirão quando
todas não disserem
O que precisa ser dito.
As palavras estão confusas!
O silencio já encontra um reino
escuro
Onde a chama de uma vela está
coberta por palha úmida.
Parece até mesmo que toda
alegria fora tomada no gris desse cenário!
O tempo continua passando, mas
ele também está sendo esquecido.
Onde estão as luzes dos fogos
de artifício?
Onde estão as palavras que
sussurravam no vento doçuras?
Onde estão as coisas
importantes?
Para aqueles que viajam, a
compreensão é só uma coisa
Que se fosse usada da maneira
certa,
Não seria parcial como uma
lamina afiada.
Seria um curativo, uma ponte
que não desaba com uma brisa leve.
As praias brancas estão
chamando.
Rumo ao Oeste, onde o sol se
pôs!
Eu ainda acredito no vento que
murmura um silencio nessas velas
Então me despeço nessa mesma
esperança
Que um dia expectativas sejam
realizadas
Que um dia, quando me
reencontrar
Irá entender o que passou um
dia nas terras de outrora.
E talvez irá me reencontrar no vazio de meus
olhos!
bom é sentar e ouvir o conhecimento alheio, e aferir a mim as sabias palavras de alguém que conhece uma outra verdade
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