Infinito Particular


Entre novamente nestes braços e deite seu corpo. O ritmo deste coração trêmulo está batendo como um tambor! Bate por você, sangra por você!
Ele não sabe como isto soa. Por isso é o tambor dos tambores
Está é a canção das canções! E eu quero te levar.
É uma estrada escura. E um caminho escuro que leva a minha casa. E a palavra diz, você nunca vai me encontrar lá. Oh não! Eu tenho uma porta aberta se não consegui chegar lá por si. Não consegui chegar lá por si!
É assim o coração... onde anda deixa suas marcas gravadas em sangue ardente e ainda pulsante. Como rastro eterno! O destino nos põe a bailar sobre sua música bem pensada. Deseja imensamente que não creiamos nela.
E presos em cordão umbilical, nos faz reféns às vezes de doces cadeias ou ásperos desertos sem fim. Mas o que ainda permanece são nossas pegadas que mantem o calor, o sabor e o dessabor diário de nossas premissas.
Somos senhores de terras sem chão. Somos navegadores de mares sem água. Viajantes sem tempo. Astronautas do insólito!
A equação que não explica, o sentido que desvia, a rota infinita. Os sonhos mais improváveis, a realidade que não se cria. Parte do nada e nada do todo!
É tão certo que seja improvável compreender que nesse mundo onde tudo é possível, você ao final de sua viagem perceba que não esteve em lugar algum se não dentro de mim mesmo. Eu te guiarei se você precisar.
E assim te mostrar que tão grande seria meu infinito particular, onde até mesmo o amor aconteceria, ou apenas não deixaria de amar! Aqui, os sentimentos se tornam seres tocáveis!
Siga a correnteza, eu vou te levar para navegar em águas muito mais profundas. Se mergulhar, sairá no imenso silencio espacial! Porque aqui tudo é possível!

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