Caminho para Ele...



“Ninguém vai para Deus... por este mesmo caminho que eu vou....”
Teríamos certeza dos caminhos que trilhamos? A grande pergunta que permeia a curiosidade humana é a certeza de tudo que decidimos. É a realização plena e certa dos sonhos, dos desejos, das tarefas, do destino traçado no qual acreditamos possuir, pois temos alguma importância no curso da vida para simplesmente existir conscientemente dessa realidade.
Talvez nesse momento de buscar certezas para as decisões que devemos tomar, a maior ferramenta que o homem pode possuir é a fé. Acreditar naquilo que não se vê, mas está certo porque sente que pode ser assim. É poder olhar com olhos firmes um horizonte atingível e transpassar suas fronteiras.
Quando buscamos explicações lógicas para as vicissitudes da vida, deparamos que necessariamente caímos na necessidade de amar, de acreditar, de correr atrás do desconhecido. Já que o futuro ninguém tem certeza a não ser aqueles que vivem nele.
A necessidade de amar é impensável, pois praticamos sem perceber. É necessidade do espírito humano. Ter fé supera qualquer expectativa humana, pois esperamos algo do desconhecido a todo o momento.
Então surge Ele. Esse ser repleto de perguntas difíceis, de improváveis explicações, de falta de lógica. Mas que existe por damos a Ele a definição mais doce que nossa alma deseja: conforto, casa, remanso, regaço, acolhimento, esperança, perdão, fé, amor.
Mas trilhamos caminhos diferentes para alcançar essa definição suprema que imprimimos em “Deus”. Cada caminho busca para si, sem curvas, atalhos, dificuldades, a maneira mais certa de encontrar-se com Ele.
“Ninguém vai para Deus... por este mesmo caminho que eu vou...” então é como pensar, cada um vai a Deus da maneira que julgar melhor. Mas fica então outra pergunta tão pessoal quanto qualquer outra: “eu quero ir para Deus?”
           “Pois movíamos montanhas antes mesmo que pensássemos nelas...” (Príncipe do Egito – I Believe)

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