Para a luz, sua sombra...
Canto a vida – parte II
“Eu canto à
vida, cantando doce e justo em nossa jornada que ainda nos coloca em cadeias...”.
Para aqueles
que têm sempre a esperança antes de uma dor em uma sala fria e busca sua
liberdade na certeza de encontra-la onde ela não está. A vida é somente a fugaz
brincadeira no picadeiro.
Atuando aos
mistérios da existência como uma sombra desvairada pelos dias se pondo ao
entardecer e imergindo na escuridão. Uma sombra deformada a cada declive, a
cada curva e esquina, a cada direção sem compreender porquês, sem linhas onde
se apoiar. Seriam caminhos de celas, prisões!
Dedicado a
todos aqueles que buscam a sua liberdade, rabiscando com pena, seu bico
manchado de sangue, um sacrifício necessário.
Onde existem
cadeias, aventuras sob a noite escura, no olhar apenas da sua própria esperança,
nossas sombras são apenas resultados de uma luz emergindo com o amanhecer, retirando
os fantasmas que assombram desgovernados atrás de moradia.
Eu tenho
ignorado toda a benção e estou de joelhos confessando... Aqueles que falam nada
sabem e descobrem ás próprias custas como aqueles que amaldiçoam sua sorte em
muitos lugares.
Mas pelo
pouco, um quase nada, já extinto de vontades, renasce em liberdade, encontram a
si mesmos, reflexos da divindade semeada apenas esperando para crescer em uma
doce cadeia, um hino ao amor e a verdadeira vontade de cantar.
Pois eu canto
a vida, cheia de seus paradoxos, mas imprescindível a mim, um viajante para a
luz.
Para a luz
minha sombra, para a luz, sua sombra! Para uma vida nova, a plena certeza!!!

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