Postagens

Mostrando postagens de fevereiro, 2011

Conquistando a Liberdade

Imagem
Se não estamos andando para frente, na verdade isso quer dizer que estamos andando para trás.  Se não pudermos olhar para quem éramos há seis meses ou três anos atrás e sentir que hoje somos pessoas diferentes, alguma coisa está errada. Não estamos nos transformando. Na vida, ou evoluímos ou permanecemos aprisionados. Alguns de nós conhecem pessoas que sentem como se estivessem cumprindo uma pena em seus trabalhos, na vida familiar, nos relacionamentos, e até mesmo com relação a seus corpos. Talvez você as tenha conhecido há muito tempo atrás, quando ainda poderiam ter evitado o aprisionamento. Talvez mudar fosse muito desconfortável para elas, ou talvez achassem que daria muito trabalho romper o ciclo, e simplesmente desistiram. Mas quero lembrar que todos nós temos recursos poderosos à nossa disposição: amigos, família e outras pessoas. Juntos podemos nos libertar. Não é um trabalho que se consiga fazer sozinho. Sei que não é fácil se abrir e se mostrar vulnerável para os outr...

Infinito Particular

Imagem
Entre novamente nestes braços e deite seu corpo. O ritmo deste coração trêmulo está batendo como um tambor! Bate por você, sangra por você! Ele não sabe como isto soa. Por isso é o tambor dos tambores Está é a canção das canções! E eu quero te levar. É uma estrada escura. E um caminho escuro que leva a minha casa. E a palavra diz, você nunca vai me encontrar lá. Oh não! Eu tenho uma porta aberta se não consegui chegar lá por si. Não consegui chegar lá por si! É assim o coração... onde anda deixa suas marcas gravadas em sangue ardente e ainda pulsante. Como rastro eterno! O destino nos põe a bailar sobre sua música bem pensada. Deseja imensamente que não creiamos nela. E presos em cordão umbilical, nos faz reféns às vezes de doces cadeias ou ásperos desertos sem fim. Mas o que ainda permanece são nossas pegadas que mantem o calor, o sabor e o dessabor diário de nossas premissas. Somos senhores de terras sem chão. Somos navegadores de mares sem água. Viajantes sem tempo. Astronautas ...

Me dê motivos...

Imagem
“Se eu não acreditasse na balança, na razão do equilíbrio, se eu não acreditasse no delírio, se eu não acreditasse na esperança e eu não acreditasse no que controlo. Se eu não acreditasse no meu caminho, se eu não acreditasse no meu som Se eu não acreditasse no meu silêncio. O que seria, o que seria a marreta sem a pedreira?” – (La Maza – Shakira e Mercedes Sousa) Os maiores motivos que tenho para continuar acreditando são simplesmente inerentes a mim por inteiro. Tão profundo, tão sagrado, talvez tão profano. O que seria coração, o que seria? Se não houvesse motivos de levantar todas as vezes que tropeço, de começar novamente tendo nas mãos apenas meu suor e minha força, se olhar para o horizonte de não dissesse que o limite não é para mim, que sentisse dor, encurvado sobre o peito ou prostrado no chão, sem leito. Se houvesse apenas uma lágrima para molhar meus lábios e um sentimento para deixar tudo novamente e sair correndo em direção ao vento. Cometer novas loucuras e sorri...