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Mostrando postagens de agosto, 2009

Pelo medo de perder

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Muitas escolhas que fazemos são reflexos daquilo que vivemos em particular e nunca em grupo. É muito fácil tomar partido de nossos sentimentos quando nos sentimos feridos ou provocados por alguma coisa. O difícil é tornar o medo que invade nossos corações em momentos propícios de transformação interior, dado as vicissitudes diárias. Lutamos muito por tudo. Em nossos trabalhos, em nossas casas com nossas famílias, com nossos amigos e até mesmo com quem nem mesmo conhecemos tão bem. Insisto sempre na realidade do conhecimento, pois lembra Sócrates que “conhecer a si mesmo” é de extrema importância e assim construímos um mundo regado pela razão e também pela emoção de sentirmos parte da realidade que caminha para algum lugar ainda desconhecido, mas revelado pela fé de cada indivíduo. Porém, nesse campo de batalha que freqüentamos a cada amanhecer e anoitecer de nossas vidas, lidamos com quatro gigantes da alma que são o “medo”, a “ira”, o “amor” e o “dever”. Forças intrínsecas resultantes...

As coisas como elas são

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É claro que nem sempre as coisas acontecem como queríamos que acontecessem. Existem momentos em que sentimos que estamos bus¬cando algo que não está reservado para nós, dando murros em portas que não se abrem, esperando milagres que não se manifes¬tam. Ainda bem que as coisas são assim - se tudo andasse como a gente quer, em breve não íamos ter mais assunto para escrever o roteiro dos nossos dias. Este roteiro é feito de nossos sonhos como alimento, mas de nossa luta como energia. E como sempre acontece com os guerreiros que gastam sua energia no Bom Combate, há momentos em que é melhor relaxar, e acreditar que o Universo continua trabalhando por nós em segredo, mesmo que não possamos compreender. Deixemos, portanto, que Alma do Mundo cumpra sua missão, e quando não podemos ajudá-la, a melhor maneira de colaborar com ela é prestar atenção às coisas simples da vida - no pôr do sol, nas pessoas que passam na rua, na leitura de um livro. Entretanto, em muitos casos o tempo continua pass...

Centelhas e Migalhas

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“Deixe-me cair. Deixe-me escalar. Há um momento em que o medo e os sonhos devem colidir.” E nesse momento sublime, perceber que dentro de cada ser humano existe um universo quase instransponível de emoções e sentimentos que são únicos. A mesma sensação de dor e de glória é particular e não é comparável com os de outrem. As diversas migalhas e centelhas que espalhamos pela vida permanecem mais tempo que podemos imaginar. São lembranças de atitudes e decisões, de sentimentos e emoções que partilhamos com diversas pessoas ao longo de nossa jornada. É intrigante como sentimos a necessidade de deixar algo de nós aqui ou acolá. Mas quando reencontramos essa parte de nós que o destino colocou mais uma vez em nosso caminho, surpreendemo-nos e passamos a não acreditar que seja possível. Seria de outra vida? Ou talvez vivesse um dejavú... Seriam migalhas de acontecimentos gravados na história ou seriam centelhas para alumiar o caminho? Não sei nem mesmo se posso dizer que seria destino o que vi...

Porque tem sempre algo acontecendo

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"Sempre há algo acontecendo, não existem momentos comuns, nada é banal." Estamos acostumados e passar pelos acontecimentos da vida sem levar muita coisa de importante. O corre- corre, a carga de noticias que cercam nossos pensamentos é infinita. Pois o mundo é grande e o nosso próprio mundo é pequeno demais para acompanhar tudo que acontece. Temos preocupações, compromissos, afazeres e nem sempre podemos parar um pouco para relaxar. São essas coisas do cotidiano que preocupam. Muitas coisas acontecem no mesmo instante e estamos despreparados para saber. Também não é possível acompanhar tudo, pois não somos sobre-humanos capazes de absorver tudo. Mas o que está a nossa volta é interessante. Quantas histórias diferentes as pessoas carregam e muitas vezes nem sabemos. Dias atrás, ouvi um fato interessante que me fez refletir um pouco mais. A história pode parecer banal, já que outras pessoas passaram pelo mesmo processo. Um conhecido do qual convivi profissionalmente tinha uma h...